Sorteio Dayrell Acessórios: O Resultado

Enfim saiu o resultado do Sorteio dos Acessórios Dayrell e as sorteadas foram:

Viviane Silveira e Dani Mayumi!

O Sorteio foi realizado através de lista com as participantes que curtiram as fotos na ordem que estava no facebook na hora que terminou o prazo para inscrições e os números estipulados pelo site Sorteador.

Entraremos em contato.


Saiba a história e aprenda a fazer o light drawing ou light painting

Pra quem não conhece, o light drawing (ou light painting) é uma técnica que se cria imagens ou palavras desenhando com luz em uma fotografia. Ela é bem antiga e começou em 1914 quando Frank Gilbreth, um dos fundadores do taylorismo (método de produção com ênfase na organização de tarefas) resolveu usar pontos de luz e sua câmera com o obturador aberto para observar a movimentação de seus funcionários. Só em 1935 que foi utilizada por um fotógrafo, May Ray, que desenvolveu a série Space Writing. Mais tarde, em 1949, Pablo Picasso tomou conhecimento da técnica e junto com seu amigo fotógrafo Gjon Mili, criou diversas imagens com ela.

Quase um milênio se passou e o light drawing ainda enche os nossos olhos e, para a nossa alegria, graças às câmeras digitais, se tornou bem mais fácil e acessível a todos.

Há duas maneiras de conseguir o efeito: movendo o ponto de luz (como Picasso fazia e como vemos nas imagens acima) ou movendo a câmera (como vemos nas fotos do I Hate Flash, Party Busters entre outros sites de fotos de festas).

Para a primeira opção você precisa de uma câmera que possa regular a velocidade do obturador. Coloque uma velocidade baixa, quanto mais complexo o desenho, mais baixa deverá ser a velocidade e com a ajuda de um tripé, acione o timer e comece a fazer o desenho no ar na frente da lente.

A segunda opção é bem mais fácil e pode ser feita até com a sua câmera portátil. Eu já consegui fazer com a minha Canon Powershot SX110is e com a Sony Supershot da minha amiga. No modo fotografia noturna, com o flash ativado, ao tirar a foto balance a câmera. Pronto, as luzes agora parecem ter movimento.

A técnica é bem fácil e o resultado bem legal.
Beijos :*


Por que não repetir roupa?

Esses dias conheci o Cool Culture. Blog direcionado ao público masculino, que me chamou atenção por um post específico: O que leva uma pessoa a não querer repetir roupa? Sempre fui do clube que evita ao máximo repetir roupas. Evitava por achar um exercício divertido e criativo ter que olhar todo dia pro meu guarda-roupas de uma maneira diferente. Até que comprei uma camisa do AC/DC. Não sou extremamente fã da banda, mas o conforto que sinto usando essa camisa faz com que ela seja uma das minhas preferidas. E por que não repetir? Acho que já fiz todas as combinações possíveis com ela no meu guarda roupas, mas quando estou afim de estar confortável e feliz com o que estou vestindo, estou com ela e um short vermelho.

Vejo essa mania de não repetir roupas nascer com raízes da moda que surgiu com os burgueses querendo imitar as vestes dos nobres e com isso demonstrar equivalente poder social e aquisitivo. E se alguém realmente tem poder aquisitivo consegue renovar seu guarda-roupas de maneira frequentemente. Mas com o passar do tempo, surgiu a vontade de individualizar, de expressar e reivindicar através do vestuário e essa ideia de não repetir roupa não cabe mais. Nada mais expressivo para formar identidade do que uma roupa repetida. Já viu Super-Homem fazendo look do dia?

Por isso que acho que até podemos usar a moda para nos reinventar sim, mas sem preconceitos com a roupa repetida.


Sorteio Dayrell Bijoux

Entrando nesse clima de releituras de caveiras e rock, a Fabiana Dayrell, da Dayrell Acessórios faz trabalhos bem bacanas com esses elementos e enviou dois kits para sortear entre as leitoras do blog. Ela é formada em direito mas começou a produzir acessórios que fizeram sucesso entre as amigas e hoje em dia as suas peças são revendidas em várias redes de lojas do Rio de Janeiro como Farm, Maria Filo, Enjoy, Wollner, Agatha, Uncle K dentre outras.

Ela diz que no seu processo de criação adora misturar materiais deferentes e contrastar elementos que podem ser pesados com uma proposta leve e divertida. Como no caso das cruzes e caveiras, que poderiam dar um ar sóbrio e austero à peça, mas que procura fazer de uma forma divertida.

Para concorrer você deve:

- Curtir a página da Dayrell Bijoux no Facebook
- Curtir a página do Paris das Maravilhas no Facebook
- E curtir as seguintes fotos:
- Kit Brinco e Colar
- Kit Pulseiras

O resultado acontece no dia 28 30 de abril de 2012

Boa sorte a todos (:


A história das caveiras e o rock dos anos 60

Se hoje adoramos qualquer acessório ou estampa de caveiras só por simpatia, no começo ela já significou muita coisa. E foi com a ascensão das bandas de rock dos anos 60 que surgiu a necessidade de uma identidade visual para aquele novo gênero que despontava; e os publicitários, fotógrafos, designers, ilustradores e toda a galera responsável por essa área começou a pesquisar o que poderia traduzir aquele novo som.

Foi então que uma caveira estampou o primeiro álbum da banda Grateful Dead (que até hoje é o seu rótulo), em 1965, com um sorriso desafiador e de deboche, comum às caveiras. Pronto, foi encontrado o melhor símbolo para o rock. Representando o exagero, o negativo, o perigo e a rebeldia, se encaixando perfeitamente com o inconformismo expresso na música.

Antes a caveira sobreposta a dois ossos era estampada em materiais nocivos ou venenosos. Era símbolo de força e coragem quando os vikings e os lombardos serviam o crânio dos inimigos mortos em combate para se vangloriar. A Jolly Roger (bandeira) dos Piratas Caribenhos mostrava o perigo real e mortífero da tripulação. Mas o significado mais bacana que quase ninguém percebe é que o crânio que vemos na caveira, é parte do esqueleto humano, representando àquilo que é imperceptível aos nossos olhos, a alma.

E daí vem grande parte da ideologia do rock: a possibilidade de mudança, de virar tudo pelo avesso e criar uma nova ordem mundial diferente da vivida na atualidade. Além do sarcasmo no sorriso constante da imagem, da simbologia do perigo e da rebeldia, há a manifestação de contracultura.

Agora fica mais explicado porque temos verdadeira paixão por esse aglomerado de ossos, não? E o legal é que a ideia se espalhou tanto que encontramos no mercado caveiras de todos os estilos para todos os gostos.