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Feed Rosa, aprenda a fazer o seu

Quer ter um feed rosa? Pois é, sendo a cor do ano pela Pantone ou não, ter um feed rosa foi algo que se instalou nos nossos corações como se nós tivéssemos 13 anos e a cor da casa da Barbie tivesse voltado a ser a nossa favorita. E  no Instagram além de dá um ar de filtro dos sonhos que a gente ama. Mas acaba que é difícil ter muitos elementos rosa pra fotografar e manter o feed com as cores que a gente quer. Então eu vou ensinar pra vocês um jeito de deixar o feed rosa de uma maneira bem natural, que vai ficar com cara de filtro.

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Fotografia: @juliahengel

Existem duas maneiras de deixas as suas fotos mais rosadas. Uma delas é alterando a Matiz, ou Tint. Como vocês já devem saber, mexer na temperatura de uma foto altera os seus tons de azul e amarelo. O Tint altera os tons de verde e rosa. Essas quatro cores são as principais cores luz usadas para equilibrar a tonalidade de uma foto. Essa é uma opção menos agressiva e não vai fazer mudanças tão bruscas nas cores. E é essa que nós vamos usar nas selfies.

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O Rosa Quartzo e o Greenery, a cor de 2017

Se você quer saber como vai ser 2017, dá uma olhadinha na cor que a Pantone escolheu para os próximos 365 dias. Pois é, não tem Susan Miller que seja tão certeira quanto a galera cool hunter que escolhe a cor do ano. Pela primeira vez na história eles escolheram um par de cores para essa posição até porque o Modices nos avisou que teria tudo a ver com as questões de gênero que tanto colocamos em pauta.

E tava faltando o que para a cor de 2016 desconstruir? Pois é. Ela orna como nenhuma outra a pele negra. Tão bem que deu pra todo mundo usar o rosa do ano da cabeça aos pés. E foi chuva de look rosa, de black rosa, de sapato rosa.

1- Magá Moura | 2- Luisa Brasil por Murilo Yamanaka para Elle | 3- Jota C Ângelo | 4- Jackie Aina | 5- Lari Cunegundes | 6- Gabi Gregg | 7- Josy Ramos | 8- Gisella Francisca | 9- Anne Barreto | 10- Cris Paladino | 11- Sunita | 12- Thamarr

Rosa quartzo e a pele negra

Para combinar cores existem diversas regras e teorias e você já deve ter ouvido falar no círculo cromático, certo? Dentro do círculo você pode fazer uma combinação de cores complementares, que são aquelas que ficam em lados opostos do círculo, cores análogas, que são aquelas que ficam lado a lado, ou em monocromática, quando usa a mesma cor variando para tons mais claros ou mais escuros. O Rosa Quartzo entra na família do marrom quando aplicamos uma paleta de cores monocromática e por isso eles conversam tão bem.

A cor de 2017: Greenery

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Já é tempo de saber a nova cor que vai dominar o mundo e a Pantone não se atrasou para revelar a tonalidade de 2017: Greenery. Um tom de verde quase pastel, uma espécie de musgo mais cítrico. Eles dizem que a escolha dessa cor vem lá daquela ideia de que verde é esperança e não existe nada que a gente precise mais. Mas quando a gente cria uma cartela de composição com o Rosa Quartz, adivinha qual a cor que aparece?

Ele mesmo, o verde bem próximo ao Greenery indicado pela Pantone para cor de 2017 bem juntinho com o marrom. Parece que o nosso posicionamento veio pra ficar!

O que você acha dessa proposta de cores?
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5 coisas que aprendi com a Vic Hollo

O Instagram virou um arsenal de vídeos do cotidiano. O twitter já foi legal, ficou esquecido e agora parece muito impossível assistir televisão sem o passarinho azul aberto nas mãos. E o Snapchat que era um depósito de nudes, virou o nosso reality show e imaginem só, está perdendo muita gente pro Stories. Os anos vão passando, as redes sociais mudando mas, algumas pessoas que acompanhamos, vão ficando, passando de uma pra outra e de outra pra uma.

A Vic Hollo, eu conheci pelo LookBook.nu. De repente, num domingo à noite, ela estava no Fantástico, vencendo um desafio que me fez quebrar a cabeça com o meu próprio armário. Como dava para usar o mesmo vestido por vários dias consecutivos montando sempre um look diferente? Desde então o estilo da Vic mudou bastante e, a meia arrastão com camisa de flanela, deu lugar a roupinhas mais simples, mas sempre sofisticados e cheios de estilo. E, seja a fase que for, ela é adepta de alguns truques de styling que, vejam bem vocês, de tanto acompanhar eu também acabei adotando pra vida.

Roupa básica não é sem graça

Calça jeans e t-shirt estampada. Skinny e sweater. Shortinho e camiseta preta. Todas nós certamente temos uma infinidade de roupas assim. A Vic também. E ela usa desses elementos mais básicos para criar looks clássicos, sem muita informação de estampas e texturas. É só acertar as proporções entre as peças, dobrar a barra da calça e colocar a camiseta para dentro do short. Assim ela aproveita o look básico pra se jogar no cabelo com babyliss, maquiagem com tons neutros e, é claro, um pouquinho de salto.

Cós bonito é para se mostrar

Colocar a blusa para dentro do cós da calça ajuda a acinturar o visual e qualquer produção fica mais arrumadinha. Essa regra é ainda mais valiosa no verão quando o calor vem com tudo e a gente não consegue vestir nada além de uma blusinha solta e um shortinho jeans.

Saltos confortáveis nunca são demais

Com a Vic Hollo percebi que o sapato pode mudar completamente a intenção do look e entendi que eles são realmente maravilhosos. Acontece que não é fácil se adaptar aos sapatos e por isso, muitas vezes, andamos sempre com os mesmos. Mas ela sempre usou saltos estáveis, alguns nem tão altos e, ultimamente, tem usado muita meia pata, salto tratorado e flatforms confortáveis que podem fazer milagres.

Mostrar um pouco de lingerie é fundamental

Sobre aquele dilema de ser vestir com o calor, a alternativa da Vic para usar menos e elaborar mais é deixar o sutiã aparecendo. Já que usamos a peça, porque não deixar com que ela faça parte do look? Acaba sendo mais um acessório, deixando um ar despojado e o look fresquinho.

Camisetas de banda nunca saem de moda

Podemos dizer que as camisetas, realmente, nunca saem de moda. E as camisetas de banda tão pouco. Com calça skinny, disco pants ou uma pantacourt, a Vic Hollo não deixa de usar as estampas das suas bandas favoritas. Ela aproveita para casar as cores da camiseta com algum outro elemento do look e assim o visual fica sempre com cara de organizado e alinhadinho. Não tem como ser mais virginiana do que isso.

Quem ainda não segue a Vic no Instagram já está perdendo tempo!

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Dope e as expectativas que a gente cria

Tem aquela teoria que diz que todas as capas de filmes estão ficando iguais. E que oportunidade estão perdendo os designers porque se tem uma coisa que me convence a ver um filme em 30 segundos é a capa. E foi assim que eu conheci Dope. Certo dia, rolando pelo feed do PopcornTime ví na capa três meninos negros andando de bicicleta, vestidos com uma roupa meio anos 90 e uma descrição: “It’s hard out there for a geek (Todo o dia um 7×1 pros geeks – traduzindo)“. Quantas coisas na vida conseguem te convencer com uma imagem e meia dúzia de palavras? Dei o play.

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Imagem: Dope; Rick Famuyiwa (2015)

Mas tudo bem se você está um pouco mais resistente do que eu, vou te dar mais alguns motivos pra você assistir Dope quando você estiver afim de deixar pro dia seguinte aquilo que você deveria ter feito no dia anterior. Você já parou para perceber que aquela história de ter alma negra nada mais é do que lidar com expectativas? A tal alma é simplesmente o que a sociedade espera que você faça, como espera que você aja, quem ela espera que você seja e, eu vou te contar um segredo, pessoas negras são as mais taxadas dentro dessas expectativas, por isso todo mundo sabe o que é a tal “alma negra”. Enquanto isso, tente me dizer o que seria a alma branca? Vago, não é mesmo? Mas se tocar um samba, a menina negra é a primeira que as pessoas esperam ver sambar. E de alguma forma, por mais inocente que isso possa parecer, essas expectativas se tornam preconceitos que nem sempre se tratam sobre dois passinhos pra lá e um pra cá. Imagina o que isso representa quando você precisa contratar uma pessoa negra para trabalhar na empresa? Ou para o papel central em um filme ou série? Ou até mesmo pra se relacionar?

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Imagem: Dope; Rick Famuyiwa (2015)

Foi mal se essa descrição pareceu muito profunda pra um filme de comédia. Mas não fica esperando menos desse filme não. Ele veio com uma fotografia incrível, uma trilha sonora super original e aquele cheirinho de nostalgia com Will Smith passando no SBT enquanto a gente come bife com batata frita. Mas tudo isso foi feito pra te dar um toque sobre um assunto sério que eu tenho certeza que você vai se divertir ao assistir!

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Fotografia: Como fazer o efeito arco-íris

Um daqueles fenômenos da natureza que a gente nunca se cansa de ver é o arco-íris. Por mais que a ciência explique com muita propriedade esse acontecimento sempre existe um toque de mágica nesse feixe de luz cheio de cor que a natureza coloca no mundo. Registrar esse evento se torna tão especial quanto tirar uma foto com o cantor da sua banda favorita. Afinal não é todo dia que acontece mas, quando não acontecer a gente ainda pode fazer um pouco do efeito arco-íris.

efeito arco-íris

Reprodução (Pinterest) É o autor de alguma dessas fotos? Envie um email para contato@parisdm.com

Uma dica pra aproveitar melhor as cores é fotografar com um fundo branco ou de cor mais neutra pois assim as cores do arco-íris vão ganhar mais destaque e evidência. Você também precisa prestar bastante atenção com à exposição, a quantidade de luz recebida pelo o sensor da sua câmera, ou seja, o quanto a sua foto está clara. Se ela estiver com um nível de exposição muito alto é provável que o arco-íris perca as cores. É interessante, inclusive, deixar a exposição um pouco mais escura do que o normal. Se estiver fotografando com o celular e achar que o assunto a ser fotografado está com muita sombra, ativar o HDR pode te ajudar nesse momento.

Efeito Arco-íris na câmera

Antes de tudo você precisa de um arco-íris. E, acredite, é possível sim fazer esse efeito acontecer sem esperar aquele milagroso dia de sol e chuva e a técnica é simples: A luz do sol entrando pela janela e um CD. A Nathália Rizzo mostrou nesse tutorial como é fácil. Você basicamente usa o reflexo do CD como um rebatedor. A luz central mais forte é branca mas ao redor você vai conseguir ver o reflexo colorido. Ele naturalmente vai formar um desenho mais curvo e, dependendo da distância, as cores vão ficar bem fortes e tomando uma grande área da imagem. Conforme você distanciar o CD do assunto, as cores vão ficando mais difusas.

Efeito Arco-íris no aplicativo

  • Para fazer esse efeito você vai usar o PicsArt, disponível gratuitamente para IOS e Android.
  • Escolha uma foto clara com preferencialmente com um fundo branco e cores neutras. Já deixe ela editada e pronta para adicionar o efeito.
  • Salve no seu celular essa imagem de arco-íris com o fundo branco. Eu peguei uma ilustração e embacei para ficar mais fácil para vocês aplicarem.
  • Abra a sua foto no PicsArt e clique em Add Photo e selecione a imagem do arco-íris que você salvou.
  • Diminua a opacidade para 30
  • E selecione o Blend em Multiply ou Darken (No caso dessa imagem usei o Darken), aplique e salve a sua foto

efeito arco-íris

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Kilo Kish: 5 perguntas para você refletir sobre a vida

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Eu queria falar sobre o estilo dela, sobre as roupas maravilhosas, o cabelo deslumbrante, o tom de voz doce e o fato dela ter lançado a sua própria gravadora. E já seria novidade porque, quantas vezes você ouviu falar de uma menina negra que tem conquista esse espaço? O Jota C Ângelo, do Último Black Power, já falou bastante sobre o estilo dela, inclusive. Mas, conhecendo um pouco mais sobre a Kilo Kish, eu percebi que não é só isso que ela quer que você conheça sobre ela. Kilo Kish parece ter sido o tipo de criança curiosa, que sempre pergunta o porquê e que perdia o sono depois de deitar na cama se questionando sobre a vida. Acontece que ela encontrou na música uma brecha pra compartilhar com o mundo as suas dúvidas e fazer a gente pensar um pouco sobre a sociedade que a gente constói todos os dias e, no seu album mais recente, ela se permitiu jogar todos esses questinamentos. Mais precisamente na música Existential Crisis Hour!

Os meus objetivos são necessários ou eles servem apenas para passar o tempo numa existência que foge ao meu controle?

Muitas vezes parece que existe um botão que ligamos e ativamos o automático. Na escola, na faculdade, no trabalho, em casa. É uma maneira de encarar a rotina com mais facilidade mas, será que os seus objetivos de vida estão nessa rotina? E os seus objetivos são necessários, eles têm algum impacto a longo prazo ou eles são apenas uma maneira de se distrair e passar o tempo enquanto estamos vivos? Você é feliz com eles?

Se eu estou no meu corpo e você no seu e não existe maneira de trocarmos, como podemos verdadeiramente estarmos juntos?

Nunca é possível estar plenamente junto, você tem do outro aquilo que ele permite e compartilha com você e vice-versa. Você ama aquilo que você conhece de outra pessoa e, outras pessoas, amam aquilo que conhecem de você. Estar junto é algo extremamente relativo e, infelizmente, muito limitado.

Será que eu vou ser capaz de me ver da maneira que os outros me vêem?

Por mais que a tecnologia nos dê recursos para que a gente se veja com mais espontaneidade e facilidade, nunca vamos conseguir nos ver da mesma maneira que os outros nos vêem. A experiência de cada um é sempre única e não tem como enxergar o mundo com outros olhos que não os seus e com a sua experiência de vida. E, falando nisso, sabendo que cada experiência e cada ponto de vista são únicos, você faz bom uso de ser você mesmo?

Você vai me julgar por perguntar? Eu devo me importar?

Todos sempre estão sujeitos a serem julgados e, quanto maior a exposição maior a probabilidade de julgamentos. É natural do ser humano julgar mas também é natural do ser humano pensar e analisar se é realmente necessário fazer esse tipo de deliberação. E, já que é algo que foge ao nosso controle e é algo inevitável, será que devemos nos importar?

Até onde os meus preconceitos me limitam?

Se apegar a pré-conceitos acaba sendo uma maneira de criar barreiras para sí próprio. Quantas coisas você já deixou de experimentar por acha que já tinha uma opinião formada sobre aquilo?

Dá pra ouvir e pirar em todo o album da Kilo Kish pelo Spotify

Quando foi que a gente parou de amar se vestir?

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Reprodução – Pinterest

Só mais 5 minutinhos. Deve ser porque o dia está nublado e hoje está frio. Só mais 5 minutinhos. Deve ser porque ontem cismei de assistir 3 episódios daquela série que eu só deveria ter assistido um. Só mais 5 minutinhos. Deve ser porque ontem fiquei tempo demais no happy hour. Só mais 5 minutinhos. Levanta da cama, toma banho, escova o dente, veste a primeira coisa que viu e vai.

Quando foi que a gente parou de amar se vestir? É mágico poder se dar ao luxo de mais 5 minutinhos, deixar de lado a maquiagem, vestir a primeira coisa que viu e ir porque a noite de ontem foi muito mais proveitosa. Mas quando foi que deixamos de ver a magia daquela roupa que a gente tanto queria usar? Um monte de tendências, de ideias de como usar, o nosso pinterest abarrotado de inspirações e aquele print do instagram que a gente jurou que ia funcionar. Tudo virou um jogo de frustrações quando nos olhamos no espelho e não vemos brilhar aquela foto que estava na referência. Frustração porque a inspiração de verdade é aquela que vem de dentro e não de fora.

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O lado positivo de pagar contas

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Reprodução – Pinterest

Me disseram que envelhecer era um saco. Que a gente tinha que se preocupar com contas, manutenção da casa, desavenças de família e o que vai rolar pra janta. Que adultos eram cheios de problemas sobre cálculos que sempre terminam no negativo e decisões difíceis que precisam ser tomadas. Me disseram que, por trás daquela liberdade de chegar no cinema e poder assistir o filme que quisesse sem a autorização dos pais, tinha umas coisas insuportáveis e que era melhor eu aproveitar a minha infância porque, depois que envelhecesse, tudo is ser mais chato. Muito chato.

Mas chegou o momento que eu me vi pagando umas contas, cuidando de uma casa, lidando com desavenças familiares e decidindo o que ia ter pro jantar. E foi assim que eu percebi que quando a gente vai envelhecendo a gente também tem a oportunidade de amadurecer e é nesse momento que as coisas mais incríveis acontecem.

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A Geração Y já tem uma moda pra chamar de sua

É uma unanimidade. Todo mundo já sabe. Todos os artigos sobre a geração Y falam sobre o nosso entusiasmo quando o assunto é viajar. Passar 3 meses morando no Tailândia ou um emprego em uma multinacional? Fazer mochilão no sul da europa ou comprar o carro do ano? Passar um ano viajando pela Ásia ou comprar uma casa? Nós somos o time das primeiras opções.

Tourtis and Locals, A moda da geração Y

Reprodução – Pinterest

É assim que a gente vê que os valores vão mudando e, a nossa maneira de representar eles, também. A moda dos anos 90 pode até estar de volta mas, aquelas roupas com símbolos de status que fizeram tanto sucesso na década, não se encaixam mais nas nossas vontades. Abercrombie & Fitch, Coach e Michael Kors, que sempre fizeram sucesso com a geração mais jovem usando e abusando dos seus logotipos, tiveram que dar uma repaginada nos produtos pra agradar à nossa turma.

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Como usar patches sendo uma pessoa Slow Fashion

É assim que as tendências vêm e vão. Em um piscar de olhos. Se você comprou um skort, um sneaker de salto ou um kimono de franjas no ano passado você provavelmente não aguenta mais ver a cara deles. Mas, acontece que, na era dos relacionamentos instantâneos via Tinder, a gente descobriu que a moda é melhor quando vem devagar, slow fashion. Temos outras prioridades na vida e nenhuma delas inclui gastar grande parte do nosso dinheiro em roupas que não duram mais do que uma temporada de Game of Thrones.

patches e slow fashion

E, entendida que a moda é, até a sua mais recente reinvenção, vem disfarçada de amiga. Patches nada mais são do que uma maneira de customizar aquela jaqueta jeans que você já tem no armário.  Ela se transforma em algo novo sem que você precise gastar muito, sem que você polua o meio ambiente com mais um processo de produção, sem que você colabore com trabalho escravo e diversos outros malefícios que a indústria da moda e do consumo podem representar. Mas, por mais disfarçada que essa tendência esteja, ela ainda é uma tendência sim.

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A camisa que falou a besteira que muita gente pensa

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“Não diga talvez se você quer dizer não”

Essa frase, que estava estampando camisetas à venda nas Forevers 21 por aí, nos faz pensar. Será que são os nossos talvezes os responsáveis por tanto abuso? Será essa apenas uma maneira de culpabilizar a vítima ou eles realmente acreditam nisso? Eles vão para sempre entender o nosso não como um charminho? Como um jogo de sedução? Como uma possibilidade de investir? Como mais um desafio para o ego?

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Hayley Williams se casou, de camiseta

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Imagem: C.Smith/ WENN.com

Lembro até hoje quando eu, com meus 7 anos de idade, não entendia muito bem porque eu não podia ir de sutiã para a escola. Na verdade, nem sei porque eu tinha um sutiã com 7 anos. Mas, provavelmente, foi um pedido insano que eu fiz a minha mãe, ela deve ter achado muito fofinho e me deu. O que esperar de uma geração que foi criada assim, não é mesmo?Eu não via a menor diferença entre aquele top vermelho de renda daquele outro que eu usava na praia. Ou daquele coloridinho que eu tinha para coreografar as músicas do É o Tchan. Pra mim, tudo o que uma roupa precisava fazer era cobrir os meus seios e isso o sutiã já fazia.

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