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Fita Cassete e Vinil, por que voltamos a ouvir?

A Fita Cassete voltou a ser produzida no Brasil. O anúncio foi dado pelo estúdio FlapC4, em São Paulo. Ao que tudo indica, 2017 será o ano em que os aparelhos de Walkman poderão começar a sair do baú.

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Foto: @vicqueen

Muitos acreditam que o sucesso de Guardiões das Galáxias tenha tudo a ver com a volta da fitas cassete. A fita “Awesome Mix Vol. 1”, que aparece no filme, foi a mais vendida do ano, com 4.000 unidades. Mas, apesar dos filmes e séries terem uma grande influência naquilo que gostamos e consumimos, a gente não apostaria em uma ideia que não traz nenhum benefício pra gente. Compramos fitas e vinis porque não abandonamos a ideia de colecionar!

Por que colecionamos?

Por mais que colecionar pareça algo elitista, a gente pode fazer uma coleção de qualquer coisa. Seja de obras de arte do Van Gogh ou de conchinhas que pegamos durante as férias. E, certamente, aquilo que escolhermos colecionar diz muito sobre os nossos gostos e vontades, e funciona da mesma maneira que as nossas roupas: como um artifício para exteriorizar os nossos interesses pessoais.

Com os serviços de streaming ficamos sem aquele sustento pra o auto conhecimento que tínhamos quando o nosso quarto era cheio de fitas e vinis das bandas que gostávamos. Não que a gente precise de algo físico para lembrar a nossa identidade, a gente sabe aquilo que gosta e aquilo que ouve, mas fica tudo meio subjetivo em um universo imaginário. Por mais que a gente possa compartilhar esse nosso gosto em uma playlist colaborativa com os amigos é inegável que poder reunir todas as coisas que amamos nos ajuda a manifestar nossas características e contribui para um processo de auto conhecimento, seja ele considerado vaidade ou não.

Não acreditamos que isso seja um indício de que as fitas e vinis vão voltar a dominar o mercado ou que os walkmans vão derrubar o Spotify mas certamente essa é uma maneira de preencher um vazio que a mídia digital deixou quando paramos de colecionar música!

Referência: Omelete

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Kilo Kish: 5 perguntas para você refletir sobre a vida

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Eu queria falar sobre o estilo dela, sobre as roupas maravilhosas, o cabelo deslumbrante, o tom de voz doce e o fato dela ter lançado a sua própria gravadora. E já seria novidade porque, quantas vezes você ouviu falar de uma menina negra que tem conquista esse espaço? O Jota C Ângelo, do Último Black Power, já falou bastante sobre o estilo dela, inclusive. Mas, conhecendo um pouco mais sobre a Kilo Kish, eu percebi que não é só isso que ela quer que você conheça sobre ela. Kilo Kish parece ter sido o tipo de criança curiosa, que sempre pergunta o porquê e que perdia o sono depois de deitar na cama se questionando sobre a vida. Acontece que ela encontrou na música uma brecha pra compartilhar com o mundo as suas dúvidas e fazer a gente pensar um pouco sobre a sociedade que a gente constói todos os dias e, no seu album mais recente, ela se permitiu jogar todos esses questinamentos. Mais precisamente na música Existential Crisis Hour!

Os meus objetivos são necessários ou eles servem apenas para passar o tempo numa existência que foge ao meu controle?

Muitas vezes parece que existe um botão que ligamos e ativamos o automático. Na escola, na faculdade, no trabalho, em casa. É uma maneira de encarar a rotina com mais facilidade mas, será que os seus objetivos de vida estão nessa rotina? E os seus objetivos são necessários, eles têm algum impacto a longo prazo ou eles são apenas uma maneira de se distrair e passar o tempo enquanto estamos vivos? Você é feliz com eles?

Se eu estou no meu corpo e você no seu e não existe maneira de trocarmos, como podemos verdadeiramente estarmos juntos?

Nunca é possível estar plenamente junto, você tem do outro aquilo que ele permite e compartilha com você e vice-versa. Você ama aquilo que você conhece de outra pessoa e, outras pessoas, amam aquilo que conhecem de você. Estar junto é algo extremamente relativo e, infelizmente, muito limitado.

Será que eu vou ser capaz de me ver da maneira que os outros me vêem?

Por mais que a tecnologia nos dê recursos para que a gente se veja com mais espontaneidade e facilidade, nunca vamos conseguir nos ver da mesma maneira que os outros nos vêem. A experiência de cada um é sempre única e não tem como enxergar o mundo com outros olhos que não os seus e com a sua experiência de vida. E, falando nisso, sabendo que cada experiência e cada ponto de vista são únicos, você faz bom uso de ser você mesmo?

Você vai me julgar por perguntar? Eu devo me importar?

Todos sempre estão sujeitos a serem julgados e, quanto maior a exposição maior a probabilidade de julgamentos. É natural do ser humano julgar mas também é natural do ser humano pensar e analisar se é realmente necessário fazer esse tipo de deliberação. E, já que é algo que foge ao nosso controle e é algo inevitável, será que devemos nos importar?

Até onde os meus preconceitos me limitam?

Se apegar a pré-conceitos acaba sendo uma maneira de criar barreiras para sí próprio. Quantas coisas você já deixou de experimentar por acha que já tinha uma opinião formada sobre aquilo?

Dá pra ouvir e pirar em todo o album da Kilo Kish pelo Spotify

Carnaflix: 10 filmes sobre a história do rock para ouvir música boa nesse carnaval

Tá afim de curtir uma boa nesse carnaval? Ouvir boa música, conhecer gente talentosa, se aprofundar sobre a historia, passar um tempo confortável e aprendendo muito sobre essa vida que a gente vive? Bem, vou te mostrar o caminho: Maratona com 10 filmes sobre a história do rock!

Amy

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Quatro anos após uma morte prematura, a cantora britânica Amy Winehouse ganha um documentário completo revisitando os momentos mais marcantes de sua carreira. O melhor aqui é descobrir como funcionaram os bastidores do sucesso da Amy, como funcionou a sua relação com as drogas, a mídia e a percepção do tanto de talento que a menina tinha… Vida real na veia.

Assista agora: Netflix

 

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Maquiagem Rock Glam e o que tivemos de David Bowie nesta temporada

Para quê a gente quer inspiração se não dá para colocar em prática, não é mesmo? Semana de moda boa é aquela que a gente vê, absorve e consegue incrementar ao nosso estilo, fazer parte do nosso dia a dia e nos ajudam a expressar alguma coisa que a gente já sentia lá no fundo mas não sabia muito bem como falar. Tipo aquela música que tocou no rádio de madrugada e traduziu toda a história da sua vida. Dizem que é pra isso que a arte serve, para deixar a vida um pouquinho mais legal de viver.

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E, se tem uma coisa na moda que podemos dizer que é bem democrática são as inspirações de beleza. Quase tudo dá pra fazer adaptar com jeitinho, com um pouquinho de criatividade e de amor até lápis de cor vira um delineado colorido e maravilhoso. E foi na Maison Margiela que a gente encontrou uma maquiagem Rock Glam loucurinha que deu vontade de fazer na mesma hora. De homenagem para David Bowie, de passagem pelo Kiss e até uma opção mais minimalista estilo Aro Osbourne combinando o bronzer/blush e a sombra.

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O luto de Bowie nunca será preto

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Colagem por Paris Das Maravilhas – Imagem 1 | Imagem 2

Se a nossa roupa escolhida de manhã tem que representar o nosso humor que hoje não seja preto. Ou que seja também mas que esse preto seja O PRETO e que esse preto seja sobre você e não sobre uma norma. Bowie nos mostrou como ter coragem para abraçar quem nós somos e colocar a cara no sol da maneira que queremos estar. Não é possível que isso seja um básico, bobo e sem graça preto.

Por que a música têm que ter gênero? Joga aí uma pegada de rock, com um fundo de jazz, um ar de caberet que o mundo vai me entender. E acredita! Não desiste não porque de primeira as pessoas podem não entender muito bem a sua vibe e dois anos depois você só ter uma única música considerada decente. Mas persiste porque depois de 5 anos tentando, talvez você consiga deixar a sua marca. E nada de ser raso, você consegue ser mais caprichoso com as suas referências. Pesquise de verdade, construa e se construa como algo realmente inovador. Deixa o preto pálido, simples e chato para outras pessoas. E quando estiver pronto para sair se aventure. Ande por caminhos diferentes, dê uma volta no quarteirão por uma rua que você nunca passou e talvez um som que venha dela te inspire a algo novo. Deixa o uniforme para depois.

Saiba com quem estar. Se cercar de pessoas que te entendam é uma ótima maneira de se entender e de se fazer entender. Se você está se sentindo à parte é melhor mudar o cenário que te rodeia do que mexer na sua essência. Vai fundo e tenha controle sobre aquilo que você quer fazer. Você é capaz de administrar as suas intenções e jogar com elas. Mesmo que haja um pouco de acaso naquilo que vemos acontecer ainda assim esteja no comando. Nasce de você a vontade de fazer algo diferente, não deixe passar. Não deixe o luto ser apenas mais um preto. Pelo menos não hoje.

“He always did what he wanted to do. And he wanted to do it his way and he wanted to do it the best way. His death was no different from his life – a work of art.” Tony Visconti

Fonte EW.com

Mensagens de Tame Impala em The Less I Know The Better

Tem aquela menina bonitinha da escola. E tem um carinha afim dela. Poderia ser mais uma história qualquer daquele romance de ginásio mas dessa vez o desfecho foi diferente. Não porque a menina resolveu ficar ou não com o menino, mas apenas, porque ele soube ouvir a opinião dela sem reputar de alguma maneira.

Deixa a menina com o Trevor. Se é o que ela quer, por quê não? E não, não tem nada de errado com isso. Ela tem direito ao sexo oral da vida dela, ela tem direito a decidir com quem ela fica e isso pode ser agora e pode ser depois. Essas batidinhas indie pop do Tame Impala são só um jeitinho respeitoso de entender a liberdade de uma menina, manifestando a sua vontade, sem reprimir. Um jeitinho de entender a sexualidade feminina tendo tanto espaço quanto a masculina. Do livre arbítrio e as coisas que ambos têm direito a sentir, portar e fazer. E, diante desse cenário, há quem acredite que o melhor a se fazer é saber de menos mas, sem deixar de considerar a vontade do outro, sem julgamentos, sem apedrejamentos, sem limitar o desejos de alguém por preceitos muitas vezes desequilibrados.

“She said it’s not now or never wait ten years, we’ll be together. I said better late than never just don’t make me wait forever”.

Ryan Adams ensina como respeitar aquilo que a gente ama ao vivo no Jimmy Kimmel

Em tempos onde até as grandes empresas se apropriam indevidamente do trabalho do outro quando ele está disponível na internet a gente sempre se pergunta quais são os limites da inspiração e da apropriação indevida.

Mas Ryan Adams mostrou que a fórmula é bem simples. Ele regravou todo o album 1989 da Taylor Swift e disponibilizou no Youtube. Assim como encontramos diversos vídeos de covers por lá também tem a versão do Ryan de cada uma das músicas da Taylor, com direito a uma capa que poderia facilmente ser uma obra de arte e os créditos no seu devido lugar. Tudo tão caprichado e feito com carinho que ele se apresentou no Jimmy Kimmel Live performando Welcome to New York. Mas poderia ser qualquer uma das outras músicas que também seria lindo.

Ou seja, não é porque alguém já compôs esse álbum que não te dá o direito de se identificar e querer gravar também. Não é porque alguém já fez alguma coisa que isso te impede de fazer também. Desde que seja verdadeiro, desde que isso converse com a sua alma e que seja feito de coração. Isso não te transforma em alguém menos especial, tira seus méritos ou te torna digno de críticas. Todo mundo tem referências e não é certo limitar até onde elas devem ou não ser usadas. Basta bom senso, ter consciência daquilo que você está fazendo e uma dose tripla de respeito.

Taylor Swift deu uma dica para guardar para a vida inteira

Para o sucesso da Taylor Swift, um hábito foi essencial: Assistir Behind the Music e entender onde estava o erro dos grandes artistas por trás das armadilhas do showbis e, para ela, o erro mais grave era a falta de autoconsciência. Na sua mais recente entrevista para a GQ ela falou:

“Eu via essas bandas que estavam indo muito bem e me perguntando o que deu errado. Eu pensava muito sobre isso e o que eu entendi foi que a falta de autoconsciência era sempre determinante. Isso era sempre o catalisador da perda de relevância, a perda de ambição e a perda da grande arte.”

Foto: GQ

Muita gente pode amar a Taylor e muita gente pode odiar também, mas ninguém pode discordar que o que ela sabe é apostar no que ela tem de melhor. Composições incrivelmente chicletes e um cuidado extremo com a produção da sua identidade visual, sempre muito coerente, consequência dessa autoconsciência. Holofotes a parte, ter uma carreira musical ainda é muito semelhante com a vida do restante dos seres mortais. E a gente percebe que muitas pessoas erram também por acabar julgando demais o outro sem olhar muito para o que está fazendo, como está fazendo; sem pensar em melhorar, entender o seu potencial e apostar nele.

Dá pra gente tentar praticar um pouco mais de autoconsciência também, não acham?

Chained – A alma encantadora de Bianca

Eu tenho crise dos 15 anos. Sempre que vejo alguém mais novo do que eu cheio de talento e fazendo sucesso bate aquela insegurança, me sinto velha e parece que no alto dos meus 20 anos já devia ter feito tanta coisa. Mas é assim mesmo, né? Cada pessoa tem seu tempo, vai se encaixando e se descobrindo de maneiras diferentes. Tipo a Bianca, que com 18 anos, já faz músicas extremamente maduras. Difícil acreditar que a um ano atrás essa menina não podia beber, entrar nas boates, nem dirigir sem uma identidade falsificada hehe. A composição delicada e facilidade no canto fazem parecer que ela já viveu tanto e tem tanto a expressar, que não cabe em um pouco menos de duas décadas de vida.

Além disso, fica difícil não se surpreender com a notícia de que a menina é brasileira e carioca. Claramente inspirada em Regina Spektor, Kate Nash e outras cantoras cheias de romantismo e suavidade, Chained é uma composição em inglês que não deixa a desejar em absolutamente nada para um inglês nativo. Mas confesso que fico curiosa para ver toda essa desenvoltura com composições em português, pra bater aquele orgulho patriota, sabe? Mostrar pro mundo que ela é nossa.

E outra novidade dentro da novidade é o clipe da única música já lançada dela, Chained. Uma delicia ver como a produtora conseguiu traduzir com qualidade, coerência a essência dessa composição, que, apesar da maturidade, é muito jovem e leve.

Como dizem por aí, Bianca, how old is your soul, girl?

Tony Iommi e as coisas que a gente realmente quer

Tony sonhava em ser guitarrista mas, como toda a pessoa normal, tinha contas para pagar e uma fábrica para trabalhar. Certo dia, uma funcionária faltou e, cumprindo a função dela numa maquina nada familiar, lá se foi um pedaço do seu dedo. Sem drama, sem suspense, pá! A primeira recomendação médica foi para que ele não tocasse mais. Mas foi aí que Tony resolveu fazer uma prótese de plástico para o seu dedo, afrouxou as cordas da guitarra para ficar mais fácil de tocar (com isso o som também ficava mais distorcido, mas, felizmente, a linha que separa o estranho do diferente é muito tênue e o som da guitarra de Tony era diferente e incrível) e, com outros três amigos, deu origem não só ao Black Sabbath (como se isso fosse pouco), mas a um estilo de musica, o heavy metal!

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Ok, historia legal, historia clichê. Mas as vezes a gente precisa nem que seja de um clichê para nos fazer entender coisas óbvias que só estávamos com preguiça de ver. É que me apeguei com a desculpa da falta de tempo para o blog e precisava de algo que me despertasse desse limbo movediço que eu me enfiei com o Paris das Maravilhas.

E encontrei! Valeu Tony, valeu Black Sabbath. (;

You can sing rock n’ roll

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Jimi Hendrix já fazia sucesso, sua guitarra estridente com a levada do blues já surpreendia muita gente em meados dos anos 60. Mas apesar de toda a atitude tocando, Hendrix tinha vergonha de cantar. Tocou com vários grandes cantores, mas foi preciso um estímulo maior para que ele finalmente soltasse a voz. Foi então que Bob Dylan estourou com Like a Rolling Stone e fez Hendrix pensar que se Dylan cantava, ele também poderia cantar. A voz do Dylan não é das mais afinadas e harmônicas, mas isso não impediu que ele fizesse o sucesso que fez. “Se você soa como você mesmo e se faz entender, você pode cantar rock n’ roll”. Essa frase é do Charles Shaar Murray, autor da biografia de Hendrix (Crosstown Traffic: Jimi Hendrix and Postwar Pop), que participa da série-documentário Seven Ages of Rock, onde ouvi a frase.

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Não pude ouvir isso e deixar de relacionar com moda e comportamento onde exatamente o mesmo acontece: se você parece você mesma e se faz entender, você tem estilo. E é desse “se fazer entender” que vem a nossa vontade de saber da história, qual a ideia que cada que cada look vai passar, como eles interferem na forma do nosso corpo e etc. Sabendo disso fica mais fácil transmitir a imagem que você deseja e se fazer entender da forma natural.

A história das caveiras e o rock dos anos 60

Se hoje adoramos qualquer acessório ou estampa de caveiras só por simpatia, no começo ela já significou muita coisa. E foi com a ascensão das bandas de rock dos anos 60 que surgiu a necessidade de uma identidade visual para aquele novo gênero que despontava; e os publicitários, fotógrafos, designers, ilustradores e toda a galera responsável por essa área começou a pesquisar o que poderia traduzir aquele novo som.

Foi então que uma caveira estampou o primeiro álbum da banda Grateful Dead (que até hoje é o seu rótulo), em 1965, com um sorriso desafiador e de deboche, comum às caveiras. Pronto, foi encontrado o melhor símbolo para o rock. Representando o exagero, o negativo, o perigo e a rebeldia, se encaixando perfeitamente com o inconformismo expresso na música.

Antes a caveira sobreposta a dois ossos era estampada em materiais nocivos ou venenosos. Era símbolo de força e coragem quando os vikings e os lombardos serviam o crânio dos inimigos mortos em combate para se vangloriar. A Jolly Roger (bandeira) dos Piratas Caribenhos mostrava o perigo real e mortífero da tripulação. Mas o significado mais bacana que quase ninguém percebe é que o crânio que vemos na caveira, é parte do esqueleto humano, representando àquilo que é imperceptível aos nossos olhos, a alma.

E daí vem grande parte da ideologia do rock: a possibilidade de mudança, de virar tudo pelo avesso e criar uma nova ordem mundial diferente da vivida na atualidade. Além do sarcasmo no sorriso constante da imagem, da simbologia do perigo e da rebeldia, há a manifestação de contracultura.

Agora fica mais explicado porque temos verdadeira paixão por esse aglomerado de ossos, não? E o legal é que a ideia se espalhou tanto que encontramos no mercado caveiras de todos os estilos para todos os gostos.