Os Uniformes e o que Significa Se Vestir Igual

Usar uniformes seria uma maneira maravilhosa de parar com todo o desgaste que a moda causa. Por mais que o mundo fashion seja apaixonante, esse é um assunto complicado na prática. Quando paramos para ver o outro lado, a roupa é uma maneira de segmentar, classificar e, muitas vezes, pode abalar a auto-estima das pessoas. Se formos considerar o fator ambiental a coisa fica ainda mais preocupante. Você sabia que o descarte e a confecção de roupas e tecidos só não polui mais o meio ambiente do que o óleo? E mesmo sabendo disso, qualquer tentativa de padronizar aquilo que a gente veste tem sido uma tentativa em vão.

O que nos faz odiar os uniformes?

Assumir que a moda não deveria mudar ou que deveríamos viver um um mundo padronizado é uma incoerência tanto para o próprio termo “moda”, que é sinônimo de algo passageiro, quanto para aquilo que ela representa. Nem mesmo o comunismo conseguiu impedir que, em meio ao regime, acontecesse um desfile de moda ou outro que representasse algumas variações básicas de formas, cores e possibilidades. As restrições de ser e parecer igual não sustentam todo o nosso potencial criativo.

Uniformes

Nós consideramos uniformes e padrões um insulto a nossa liberdade e criatividade. Por isso é tão comum notar que na fase da escola vemos tantos adolescentes usando dos acessórios e os mais variados tipos de cabelo para se expressar.

Mas e quando nos vestimos igual aos nossos amigos?

Mas e quando vemos pessoas se vestindo de maneira tão semelhante aos seus amigos ou nicho com o qual se identifica? Apesar dessa ser uma maneira um pouco mais relativa de uniformizar, as pessoas acreditam que a roupa que usam, por mais que tenha grande semelhança com a de outras pessoas, são uma escolha e não uma imposição. E a uniformidade, nesse caso, preenche completamente a ideia de pertencimento a um grupo ao qual se escolheu fazer parte. Nesse caso, a roupa é uma maneira de marcar um território, de dizer que você não está sozinho nessa.

Por mais que as vezes a moda e os nichos façam com que a gente pareça estar uniformizado ainda estamos exercendo o nosso direito de escolha e é isso o que nos torna quem nós somos.

Referência: Racked

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Fita Cassete e Vinil, por que voltamos a ouvir?

A Fita Cassete voltou a ser produzida no Brasil. O anúncio foi dado pelo estúdio FlapC4, em São Paulo. Ao que tudo indica, 2017 será o ano em que os aparelhos de Walkman poderão começar a sair do baú.

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Foto: @vicqueen

Muitos acreditam que o sucesso de Guardiões das Galáxias tenha tudo a ver com a volta da fitas cassete. A fita “Awesome Mix Vol. 1”, que aparece no filme, foi a mais vendida do ano, com 4.000 unidades. Mas, apesar dos filmes e séries terem uma grande influência naquilo que gostamos e consumimos, a gente não apostaria em uma ideia que não traz nenhum benefício pra gente. Compramos fitas e vinis porque não abandonamos a ideia de colecionar!

Por que colecionamos?

Por mais que colecionar pareça algo elitista, a gente pode fazer uma coleção de qualquer coisa. Seja de obras de arte do Van Gogh ou de conchinhas que pegamos durante as férias. E, certamente, aquilo que escolhermos colecionar diz muito sobre os nossos gostos e vontades, e funciona da mesma maneira que as nossas roupas: como um artifício para exteriorizar os nossos interesses pessoais.

Com os serviços de streaming ficamos sem aquele sustento pra o auto conhecimento que tínhamos quando o nosso quarto era cheio de fitas e vinis das bandas que gostávamos. Não que a gente precise de algo físico para lembrar a nossa identidade, a gente sabe aquilo que gosta e aquilo que ouve, mas fica tudo meio subjetivo em um universo imaginário. Por mais que a gente possa compartilhar esse nosso gosto em uma playlist colaborativa com os amigos é inegável que poder reunir todas as coisas que amamos nos ajuda a manifestar nossas características e contribui para um processo de auto conhecimento, seja ele considerado vaidade ou não.

Não acreditamos que isso seja um indício de que as fitas e vinis vão voltar a dominar o mercado ou que os walkmans vão derrubar o Spotify mas certamente essa é uma maneira de preencher um vazio que a mídia digital deixou quando paramos de colecionar música!

Referência: Omelete

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The End, a música dos Beatles que a gente não soube interpretar

Os Beatles fizeram The End e, quando os Beatles concretizam algo numa música, a probabilidade de estar certo é maior do que chover quando a nossa mãe manda a gente levar um guarda-chuva. Mas tinha uma conta que não fechava muito bem na cabeça. Apesar de ser de humanas e a maioria das contas não fechar na minha cabeça, essa particularmente nem tinha números pra eu me atrapalhar tanto. Se, no final, o amor que você recebe é igual ao amor que você dá, por que a gente vive dando de cara com amor não correspondido aumentando a nossa experiência no currículo de trouxa?

A gente não desiste e volta a investir no amor. A gente faz as coisas com amor e não repercute da maneira que a gente esperava. A gente se dedica de corpo e alma aos projetos que não vão pra frente, aos relacionamentos que não acontecem, aos amigos que vacilam com a gente e continuamos a saga sem entender muito bem que horas que a conta vai fechar pra gente receber de volta todo o nosso investimento nessa start up que não decola.

Mas a verdade é que faltam alguns fatores pra fechar essa conta, o que pode fazer dela uma equação de segundo grau das mais enigmáticas na nossa cabeça, mas que na verdade é muito simples de ser resolvida do que a gente imagina. E tudo porque a gente nunca se perguntou de onde vai vir o amor quando for a hora de receber. Então ele até vem, mas a gente tá ali, sentada com a cara no celular esperando o crush responder. A gente fica esperando encontrar a reciprocidade vinda de outra pessoa, bem daquela a quem a gente dedicou horas viajando em pé um ônibus lotado na hora do rush só pra encontra-lo por 20 minutos.

Acontece que não é assim que as coisas funcionam no universo mágico das compensações que os Beatles cantavam. O amor não espera, não faz intermediações e nem terceiriza contatos pra voltar pra você. Já que ele está contigo é alí que ele fica e é ali que ele gosta de ficar. o The End, não é uma conta que se fecha no final da vida mas é uma conta que está constantemente em movimento. Por que o amor que você dedica só chega à outra pessoa se ela permitir mas, em compensação, ele já existe dentro de você e já deve ser o suficiente para te preencher. Não é maravilhosa a sensação de fazer algo com amor? Então não precisa esperar que alguém te devolva aquilo que você já tem contigo. E é por isso que in the end the love you take is equal the love you make. Então faça bom uso dele!

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Feed Rosa, aprenda a fazer o seu

Quer ter um feed rosa? Pois é, sendo a cor do ano pela Pantone ou não, ter um feed rosa foi algo que se instalou nos nossos corações como se nós tivéssemos 13 anos e a cor da casa da Barbie tivesse voltado a ser a nossa favorita. E  no Instagram além de dá um ar de filtro dos sonhos que a gente ama. Mas acaba que é difícil ter muitos elementos rosa pra fotografar e manter o feed com as cores que a gente quer. Então eu vou ensinar pra vocês um jeito de deixar o feed rosa de uma maneira bem natural, que vai ficar com cara de filtro.

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Fotografia: @juliahengel

Existem duas maneiras de deixas as suas fotos mais rosadas. Uma delas é alterando a Matiz, ou Tint. Como vocês já devem saber, mexer na temperatura de uma foto altera os seus tons de azul e amarelo. O Tint altera os tons de verde e rosa. Essas quatro cores são as principais cores luz usadas para equilibrar a tonalidade de uma foto. Essa é uma opção menos agressiva e não vai fazer mudanças tão bruscas nas cores. E é essa que nós vamos usar nas selfies.

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O Rosa Quartzo e o Greenery, a cor de 2017

Se você quer saber como vai ser 2017, dá uma olhadinha na cor que a Pantone escolheu para os próximos 365 dias. Pois é, não tem Susan Miller que seja tão certeira quanto a galera cool hunter que escolhe a cor do ano. Pela primeira vez na história eles escolheram um par de cores para essa posição até porque o Modices nos avisou que teria tudo a ver com as questões de gênero que tanto colocamos em pauta.

E tava faltando o que para a cor de 2016 desconstruir? Pois é. Ela orna como nenhuma outra a pele negra. Tão bem que deu pra todo mundo usar o rosa do ano da cabeça aos pés. E foi chuva de look rosa, de black rosa, de sapato rosa.

1- Magá Moura | 2- Luisa Brasil por Murilo Yamanaka para Elle | 3- Jota C Ângelo | 4- Jackie Aina | 5- Lari Cunegundes | 6- Gabi Gregg | 7- Josy Ramos | 8- Gisella Francisca | 9- Anne Barreto | 10- Cris Paladino | 11- Sunita | 12- Thamarr

Rosa quartzo e a pele negra

Para combinar cores existem diversas regras e teorias e você já deve ter ouvido falar no círculo cromático, certo? Dentro do círculo você pode fazer uma combinação de cores complementares, que são aquelas que ficam em lados opostos do círculo, cores análogas, que são aquelas que ficam lado a lado, ou em monocromática, quando usa a mesma cor variando para tons mais claros ou mais escuros. O Rosa Quartzo entra na família do marrom quando aplicamos uma paleta de cores monocromática e por isso eles conversam tão bem.

A cor de 2017: Greenery

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Já é tempo de saber a nova cor que vai dominar o mundo e a Pantone não se atrasou para revelar a tonalidade de 2017: Greenery. Um tom de verde quase pastel, uma espécie de musgo mais cítrico. Eles dizem que a escolha dessa cor vem lá daquela ideia de que verde é esperança e não existe nada que a gente precise mais. Mas quando a gente cria uma cartela de composição com o Rosa Quartz, adivinha qual a cor que aparece?

Ele mesmo, o verde bem próximo ao Greenery indicado pela Pantone para cor de 2017 bem juntinho com o marrom. Parece que o nosso posicionamento veio pra ficar!

O que você acha dessa proposta de cores?
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