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Óculos branco: Clássico e estiloso dos anos 60

Os Óculos branco não são aquela peça coringa que vai bem com tudo. Apesar de não ser uma peça básica, eles são responsáveis por looks muito estilosos principalmente por ser uma peça impactante. E tudo isso tem a ver com a sua origem. Lá nos anos 1960 a moda futurista começou a dominar o gosto das fashionistas e o principal motivo era a promessa da chegada do homem á lua. Foi o princípio e o auge de muita peça de plástico, acrílico e vinil tornando grande parte dos looks uma divertida releitura de uma roupa de astronautas.

Óculos branco

Foto: Reprodução – Audrey Hepburn usando chapéu Givenchy e óculos branco Oliver Goldsmith; Óculos branco assimétrico de Pierre Cardin

Os Óculos Branco de Audrey Hepburn

Na mesma década, a grande estrela e musa dos cinemas era Audrey Hepburn e, podemos dizer, que tudo que ela vestia se tornava desejo. Desde o vestidinho preto mais clássico de todos os tempos da Givenchy até os óculos brancos futuristas de Oliver Goldsmith. O modelo Koko  foi a aposta do designer em 1966 e se tornou o queridinho em questão, criando esse visual chic e imponente de Audrey. O modelo era bem oval com a armação ampla feita de acetato que é uma opção mais leve e confortável do que os óculos de metal.

Os Designers dos Óculos Futuristas

Não podemos dizer que Oliver inventou os óculos de sol mas ele certamente foi responsável pela febre que o acessório se tornou no início dos anos 50. Era ele o estilista e designer responsável pelos modelos das grandes estrelas: Grace Kelly, Jackie O, Michael Caine, Sophia Loren e claro, Audrey Hepburn. Por outro lado tínhamos Pierre Cardin seguindo uma linha mais conceitual. Os modelos tinham assimetria e alguns, de tão extravagantes, chegavam a se parecer mais com máscaras mas, ainda assim, o branco era uma escolha certa para o estilista.

Como usar óculos branco

Primeiramente é preciso ter muita atitude para investir no modelo. Um óculos com armação ampla e com contraste da cor branca com a lente escura é algo que chama muita atenção no visual. Mas, em compensação, você pode usar o impacto do modelo de pretexto para apostar no cabelo preso, o que em dias de verão é uma ótima pedida e nem precisa se preocupar tanto com o restante do look, uma vez que o óculos já chega roubando a cena. Ou seja, para quem curte esse tipo de acessório é uma ótima sugestão para aqueles dias em que você não quer pensar muito mas gostaria de um elemento para dar um charme a mais para o look.

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Ou seja, para quem curte esse tipo de acessório é uma ótima sugestão para aqueles dias em que você não quer pensar muito mas gostaria de um elemento a mais no look.

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A história das caveiras e o rock dos anos 60

Se hoje adoramos qualquer acessório ou estampa de caveiras só por simpatia, no começo ela já significou muita coisa. E foi com a ascensão das bandas de rock dos anos 60 que surgiu a necessidade de uma identidade visual para aquele novo gênero que despontava; e os publicitários, fotógrafos, designers, ilustradores e toda a galera responsável por essa área começou a pesquisar o que poderia traduzir aquele novo som.

Foi então que uma caveira estampou o primeiro álbum da banda Grateful Dead (que até hoje é o seu rótulo), em 1965, com um sorriso desafiador e de deboche, comum às caveiras. Pronto, foi encontrado o melhor símbolo para o rock. Representando o exagero, o negativo, o perigo e a rebeldia, se encaixando perfeitamente com o inconformismo expresso na música.

Antes a caveira sobreposta a dois ossos era estampada em materiais nocivos ou venenosos. Era símbolo de força e coragem quando os vikings e os lombardos serviam o crânio dos inimigos mortos em combate para se vangloriar. A Jolly Roger (bandeira) dos Piratas Caribenhos mostrava o perigo real e mortífero da tripulação. Mas o significado mais bacana que quase ninguém percebe é que o crânio que vemos na caveira, é parte do esqueleto humano, representando àquilo que é imperceptível aos nossos olhos, a alma.

E daí vem grande parte da ideologia do rock: a possibilidade de mudança, de virar tudo pelo avesso e criar uma nova ordem mundial diferente da vivida na atualidade. Além do sarcasmo no sorriso constante da imagem, da simbologia do perigo e da rebeldia, há a manifestação de contracultura.

Agora fica mais explicado porque temos verdadeira paixão por esse aglomerado de ossos, não? E o legal é que a ideia se espalhou tanto que encontramos no mercado caveiras de todos os estilos para todos os gostos.