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Não deu pra esperar resumão: Moschino <3

É isso, gente! Não deu pra esperar o resumão pra eu falar o quanto eu gostei da Moschino. Mais uma peça que vou ter que aprender a viver sem: saia longa metalizada. Ou será que encontro esse tecido no Saara pra mandar a costureira fazer? E outra coisa é o casaco usado como capa. Coisa da minha vó que está inundando o mundinho fashion. Pode até vir post sobre isso por aí!

Ai gente, vê logo o desfile inteiro, vai???
Beijos :*


O melhor do NYFW

Fotos: Style.com

Passou NYFW e agora que o Style.com se tornou o site mais visitado segundo meu Google Chrome, posso dizer quais foram as minhas peças mais amadas da semana de moda nova iorquina. Mas antes vocês começam me explicando como faz para sobreviver sem ter um casaquinho de ursinho da Anna Sui e look inteiro e a coleção inteira? Estou mesmo precisando de ajuda. Fora isso as coisas ficaram interessantes como a coleção limpa, usável e exuberante da Rachel Zoe, as cores fortes com animal print de Betsey Johnson no meio de uma temporada tão sóbria, os metalizados, cinza mescla, pelos e a mistura de alfaiataria + acetinado + metalizado de Marc Jacobs que surpreendeu com uma luz incrível numa produção tão certinha.

Também tiveram duas cores que passearam bastante em New York.

(mais…)


SPFW dos Backstages: Os Micos

Se você é daquelas que acredita que conseguir credencial para a SPFW é entrar em um mar de sonhos, você está parcialmente enganada. Por trás de todo o glamour e badalação ainda rola falta de organização, falta de educação e descaso, tanto da produção do evento quanto de alguns jornalistas (nem sei se posso colocar no plural já que só uma pessoa foi bem mal educada comigo, como eu já falei aqui). Quer saber melhor do que eu estou falando? Então vem cá que eu vou contar pra vocês as confusões que tornam o evento um pouco mais estressaste do que deveria ser.

Imaginem uma pessoa, atordoada depois de cinco dias de trabalho insano, deixar seu equipamento na mesa, virar para pegar um pãozinho e quando voltar sua câmera de 20mil reais não está mais lá? Já pode se jogar no Tietê? A assessora ainda vira e fala:“Ninguém mandou você dar mole.” Pra mim, dar mole é andar no Saara falando no iphone, mostrando seu rolex, com a carteira Victor Hugo fugindo do bolso da sua calça Diesel em época de natal. O pior é que depois de tudo, ninguém realmente podia fazer nada já que um lugar com tantos objetos de valor não tem uma câmera de segurança. A gente só pode concluir que quem roubou era do ramo, afinal que ser mortal roubaria uma coisa que ele nem sabe usar? Seria tipo o Caio Braz roubar uma buceta, “Ai cacete, o que eu vou fazer com isso???” como ele disse. MUITOS RISOS NESSE MOMENTO!

Como eu contei aqui, outro problema eram os lugares, a internet e as cadeiras. Não tinha cadeira suficiente para todo mundo e quem chegava cedo para reservar os lugares, não podia pegar cadeira de outra bancada. Os fotógrafos sentavam em suas escadinhas e quem não tinha mais o que fazer, sentava no chão. Mas acabava que essa regra só se aplicava a quem chegava cedo mesmo, que depois que a sala de imprensa já estava cheia, era um tal de catar cadeira da mesa ao lado que não está no gibi.

No SPFW, diferente do Fashion Rio, é impossível entrar em um desfile apenas com a sua credencial. Só entra quem tem convite e a imprensa (que não foi convidada, claro) assiste na TV da sala mesmo. Com a credencial seria possível entrar em todos os lounges da bienal, coisa que também não acontecia, seguranças barravam a nossa entrada sem nenhum critério. Proibiam até mesmo a entrada em lounges que já tínhamos entrado mais cedo.

Outra confusão era a entrada nos backstages. Os veículos mais importantes tinham prioridade na hora de entrar e ficava-se horas aguardando na fila para, as vezes, não conseguir acesso nem às araras. Agora imaginem alguém ter que escrever um resenha sobre um desfile, sem ver a roupa na passarela, e nem no backstage? A saída era apelar para a telepatia e se basear no que foi visto pela televisão mesmo.

E por último, em pleno século 21 um veículo proibiu a utilização das suas fotos mesmo com os devidos créditos. Um censura sem o menor cabimento já que tratava-se de publicidade gratuita do seu trabalho. E o pior de tudo foi só avisar aos usuários depois de três dias de evento, quando as fotos de dezenas de desfiles já estavam no ar e mesmo assim ameaçar de processo jurídico quem não as tirassem das páginas.

Mas fiquem tranquilas, que eu não vou acabar com o sonho de vocês. O próximo post vai ser de como o SPFW pode ser incrível apesar desses babadinho.
Esperem aí! (;

PS.: Esse post é dedicado ao Marcio Aurélio Lima que me dá todo um incentivo para transformar o Paris das Maravilhas em um blog de babados do mundo da moda. ahahahaha

Imagens: AgNews, Charles Naseh para Chic e Marcia Mesquita.


#FashionRio Capas em 2011

Não foram tantos os desfiles que investiram na peça, mas eu só confirmava as minhas expectativas a cada vez que via uma capa na passarela. Capa é tendência

Inverno 2011 com capas na Auslander, TNG e Têca

Todo ano é a mesma coisa: chega o inverno e a gente tira no baú aquelas jaquetas e casacos que só mudam de cor de uma temporada para outra. As capas trazem um modelo diferente, um ar mais sofisticado e que se adaptou à diferentes estilos na passarela. Apesar da Auslander ser meu xodózinho, no quisito capas, foram Têca e TNG que ganharam meu coração. Na  TNG a capa levou ares de alfaiararia, ganhou um modelo bem exclusivo e não contou com a fluidez que se esperava da peça, parece até um vestidinho (só não dá pra usar como um, porque imagine-se levantando os braços… OPS. ERRO!!). Na Têca houve  todo um cuidado com um tecido diferente no forro, todo um carinho ao misturar as texturas e esse camel mais apagado que eu achei lindo.

Gostei tanto que não estou querendo esperar o inverno pra usar. ahaha

Beijos :*

Ops!! Errata: A segunda foto referente ao desfile da Auslander não é uma capa, apesar de parecer. Vendo o vídeo do desfile eu notei que é um casaco oversized.! Mas fica porque é lindo! ;)


(Fast)hion Rio: Walter Rodrigues

Walter Rodrigues com sua nova coleção de inverno veio para depurar, simplificar e voltar as suas raízes, inspirado no livro “Viagem ao Afeganistão” de Arthur Omar, vem reestruturando sua marca e desejo de moda.

Seu trabalho está focado em silhuetas simples, no preto e o off-white nos tecidos clássicos, como o classic Navy com suas listras e o New Seduty dando um caimento perfeito para as novas t-shirts, usando também muito zíperes de uma forma bem fina.

Eu, como boa adoradora de um look dark-fino, amei todos, claro. As listrinhas me conquistam a cada dia mais principalmente em cores Navy (vermelho, azul, branco) que são minhas preferidas. E não podia faltar um bocão vermelho baphônico né? hahaha Confesso que eu faria um olho mais marcado, mais pretão, mas perderia toda a essência simples da campanha, então confio no Robert Estevão (beauty stylist). E o chapéu/cartola de Eduardo Laurino, quem curtiu?

Espero que vocês tenham gostado do meu post para a Lílian, pois minha amiga anda muito atolada essa semana com a fashion week. Não deixem de conferir os posts atualizados do Modices

Post por Nayanne Louise ;*