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Fotografia: Como fazer o efeito arco-íris

Um daqueles fenômenos da natureza que a gente nunca se cansa de ver é o arco-íris. Por mais que a ciência explique com muita propriedade esse acontecimento sempre existe um toque de mágica nesse feixe de luz cheio de cor que a natureza coloca no mundo. Registrar esse evento se torna tão especial quanto tirar uma foto com o cantor da sua banda favorita. Afinal não é todo dia que acontece mas, quando não acontecer a gente ainda pode fazer um pouco do efeito arco-íris.

efeito arco-íris

Reprodução (Pinterest) É o autor de alguma dessas fotos? Envie um email para contato@parisdm.com

Uma dica pra aproveitar melhor as cores é fotografar com um fundo branco ou de cor mais neutra pois assim as cores do arco-íris vão ganhar mais destaque e evidência. Você também precisa prestar bastante atenção com à exposição, a quantidade de luz recebida pelo o sensor da sua câmera, ou seja, o quanto a sua foto está clara. Se ela estiver com um nível de exposição muito alto é provável que o arco-íris perca as cores. É interessante, inclusive, deixar a exposição um pouco mais escura do que o normal. Se estiver fotografando com o celular e achar que o assunto a ser fotografado está com muita sombra, ativar o HDR pode te ajudar nesse momento.

Efeito Arco-íris na câmera

Antes de tudo você precisa de um arco-íris. E, acredite, é possível sim fazer esse efeito acontecer sem esperar aquele milagroso dia de sol e chuva e a técnica é simples: A luz do sol entrando pela janela e um CD. A Nathália Rizzo mostrou nesse tutorial como é fácil. Você basicamente usa o reflexo do CD como um rebatedor. A luz central mais forte é branca mas ao redor você vai conseguir ver o reflexo colorido. Ele naturalmente vai formar um desenho mais curvo e, dependendo da distância, as cores vão ficar bem fortes e tomando uma grande área da imagem. Conforme você distanciar o CD do assunto, as cores vão ficando mais difusas.

Efeito Arco-íris no aplicativo

  • Para fazer esse efeito você vai usar o PicsArt, disponível gratuitamente para IOS e Android.
  • Escolha uma foto clara com preferencialmente com um fundo branco e cores neutras. Já deixe ela editada e pronta para adicionar o efeito.
  • Salve no seu celular essa imagem de arco-íris com o fundo branco. Eu peguei uma ilustração e embacei para ficar mais fácil para vocês aplicarem.
  • Abra a sua foto no PicsArt e clique em Add Photo e selecione a imagem do arco-íris que você salvou.
  • Diminua a opacidade para 30
  • E selecione o Blend em Multiply ou Darken (No caso dessa imagem usei o Darken), aplique e salve a sua foto

efeito arco-íris

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Aprendendo a desenhar desenhando

Desenhar nunca foi o meu forte, ao contrário do que podem pensar de uma pessoa que gosta de moda. Rabiscava uma coisa ou outra pegando referências de fotos, mas nunca me incomodei por não conseguir fazer um retrato realista, por nao saber muito bem questões de luz e sombra e absolutamente nada de proporções além do bom senso. Só que desenho é matéria obrigatória na faculdade de moda, e não satisfeita, ainda resolvi me arriscar na área de artes e, de repente, você se vê obrigada a praticar cada vez mais. Depois daquele susto das primeiras aulas não é difícil você percebe que se aprende a desenhar desenhando! Não, não é dom ou poder sobrenatural. Algumas pessoas podem ter mais facilidade, mas isso não te torna menos capaz. Desenhar é prática e existem vários exercícios para melhorar nossos traços.

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Percebendo as formas

No livro Desenhando com o lado direito do cérebroBetty Edwards diz que desenhar não é uma questão de coordenação motora, mas sim de percepção de formas *. Ela fala que uma pessoa que consegue escrever o nome, tem coordenação motora suficiente para desenhar. Para treinar essa percepção de formas, um exercício que fazemos é analisar fotos e tentar reproduzi-las traçando parte por parte do corpo. Com isso, você começa a ver que o pescoço não faz uma linha contínua com os ombros, mas que entre eles tem o trapézio, por exemplo. Ou seja, tente encontrar na imagem que você quer reproduzir formas abstratas que juntas vão formar o total, não tente traçar a imagem com aquilo que nós já conhecemos que o cérebro é mestre em nos enganar.

Geometrizando

Outro exercício legal é geometrizar as imagens. Transformar cada parte da imagem em uma figura geométrica. Todo mundo consegue desenhar um retângulo, por exemplo, e já tendo uma forma como base, fica mais fácil começar a arredondar e chegar à forma real.

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Imagem: Reprodução

Desenhar sem olhar para o papel

Quando desenhamos olhando muito para o desenho e pouco para a imagem, acabamos nos baseando nos traços já feitos e não na imagem de referência. O segredo é estudar a imagem de referência o máximo o possível para realmente entender como ela funciona e transferir para o papel. Se desafiar a desenhar sem olhar para o papel é uma maneira de treinar o seu cérebro a entender espaços e proporções.

Modelo vivo

Além de trabalhar com fotos, o mais legal é trabalhar com algum modelo vivo. Pode ser uma pessoa, ou uma cadeira, tanto faz, o importante é treinar sua percepção também através do tridimensional. Tente fechar um dos olhos e a sua sensação de tridimensionalidade fica reduzida e é mais fácil perceber as formas.

Desenhar o real

Tudo bem que você pode querer desenhar bonequinhas, ursinhos de pelúcia e personagens de mangá. Mas para treinar proporções é importante desenhar o real para depois, então, poder fazer as suas bonecas de maneira mais harmônica e futuramente, estilizar. Para isso tenha como referência fotografias.

Desenhar muito

Só a prática vai te fazer aprender de fato. Então faça o seu kit de desenho e seja amiga dele. Aconselho folhas chamex, lápis 2B e borracha plástica. O lápis 2B é mais macio, consequentemente, mais fácil para fazer traços leves. Use traços leves e tente não apagar demais. Deixe o traço errado para servir de referência para o próximo certo e depois reforce o traço certo. Limpe o desenho com a borracha plástica que não faz muita sujeira. O papel canson é um pouco mais caro mas, se quiser, ele torna bem mais fácil apagar sem manchar tudo.

*Design Blog – Como aprender a desenhar

Organizando seu Reader

Sou compulsiva por assinar feeds. Se passo um dia sem ler elas acumulam milhares imediatamente. Nem preciso dizer que isso me causava certo desânimo, né? Eu acabava deixando o reader de lado e só lia meus blogs favoritos no próprio endereço. Até que dei um basta e resolvi organizar meu reader. A minha solução foi criar pastas. Começando pela pasta de favoritos. Lá estão todos os blogs que eu mais amo e que nem posso pensar em deixar de visitar. Nacionais, gringos, informações, street style, inspirações, babozeiras…. Mesmo que passe semanas longe do reader, antes de marcar tudo como lido, leio toda essa pasta. A próxima pasta a ser criada foi a de Street Style. Lá estão os blogs look do dia e os sites de Street Style. É aquela feed que a gente passa rolando, tipo tumblr. Vendo coisas bonitas, as vezes parando para prestar atenção e as vezes rolando mais rapidinho. Editoriais e Inspirações veio logo depois. Quando eu estou a fim de ver muito glamour das revistas recorro a essa pasta. Decoração é outra pasta que eu tenho, porque eu sempre perdia os blogs desse assunto no meio de tanto look do dia. Mags são os grandes sites de moda que postam todos os babados e informações do meio. Está sempre lotado, dificil acompanhar o monte de coisa que acontece diariamente nesse mundinho movimentado da moda. Brasileiros (vou confessar) é a última pasta que eu vejo. Só aciono quando estou querendo mais informações sobre uma coleção nacional, saber algumas coisinhas sobre beleza ou passar o tempo mesmo e ver o que a blogueirada tá falando. E ainda tem o de leitura, válvula de escape nas madrugadas de TMP quando quero ler alguma coisa legal e mais rápida do que um livro. Quem ainda não sabe como funcionam as feeds pode ler esse post aqui que eu fiz pro Modices (; É assim que organizo minhas feeds. Você pode fazer o mesmo ou  criar suas pastas. Mas fica a dica porque essa é uma maneira de controlar as informações que você tá lendo. Beijos :*

The Colors of Style

The Colors of Style é o livro que ensina basicamente isso: As cores do seu estilo. Li apenas algumas páginas enquanto estava de passagem pela Fnac mas anotei as dicas dele para compartilhar aqui com vocês. Segundo David Zyla (Estilista ganhador de Emmy, destaque em programas de TV e em jornais importantes como New York Times) as cores não são meras coadjuvantes, elas são responsáveis por reivindicar poder, atrair amor, balancear as suas energias e revelar quem você realmente é. Tudo o que a gente mais quer na vida, né? Imagina estarmos perdendo tudo isso só porque não prestamos muita atenção nas cores?

1) Identifique suas verdadeiras cores: Esse processo começa identificando os cinco principais tons da sua paleta: O Essencial, Romântico, Dramático, Enérgico e Tranquilo. E depois acrescentamos os três neutros: Primeira Base (sua versão de preto) Segunda Base (sua versão de marrom) e Terceira Base (sua versão de caqui).

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Make it Right

Sabe aqueles truques de maquiagem para quem tem olhos pequenos, grandes, puxados e blá blá blá? Comigo não funcionam. Tenho olhos pequenos e aquele truque de colocar lápis claro na linha d’água não os realça. Não é apenas o tamanho ou formato que temos que levar em consideração e sim o tamanho, formato, sobrancelha, pálpebras e todo o resto. Foi então que assistindo a entrevista da Isis Valverde no Jô reparei que temos os olhos parecidos. Bem pequenos, com um “inchadinho” na palpebra inferior, a pálpebra superior quase não aparece e a sobrancelha bem marcada para dentro (sendo a minha bem mais grossa). Claro que não são iguais, mas as características são parecidas e o que ela faz para realçar os olhos dela, eu também posso fazer no meu.

Ela segue um padão de maquiagens bem leves que eu também curto. Delineador, as vezes uma sombra escura mais concentrada no canto externo da  palpebra superior e em baixo apenas um pouco de lápis marcando o canto externo. Blush, muito rímel e um batom rosa clarinho para finalizar. Essa é a maquiagem coringa dela que acabou virando a minha também.

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