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Carnaflix: 10 filmes sobre a história do rock para ouvir música boa nesse carnaval

Tá afim de curtir uma boa nesse carnaval? Ouvir boa música, conhecer gente talentosa, se aprofundar sobre a historia, passar um tempo confortável e aprendendo muito sobre essa vida que a gente vive? Bem, vou te mostrar o caminho: Maratona com 10 filmes sobre a história do rock!

Amy

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Quatro anos após uma morte prematura, a cantora britânica Amy Winehouse ganha um documentário completo revisitando os momentos mais marcantes de sua carreira. O melhor aqui é descobrir como funcionaram os bastidores do sucesso da Amy, como funcionou a sua relação com as drogas, a mídia e a percepção do tanto de talento que a menina tinha… Vida real na veia.

Assista agora: Netflix

 

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A história das caveiras e o rock dos anos 60

Se hoje adoramos qualquer acessório ou estampa de caveiras só por simpatia, no começo ela já significou muita coisa. E foi com a ascensão das bandas de rock dos anos 60 que surgiu a necessidade de uma identidade visual para aquele novo gênero que despontava; e os publicitários, fotógrafos, designers, ilustradores e toda a galera responsável por essa área começou a pesquisar o que poderia traduzir aquele novo som.

Foi então que uma caveira estampou o primeiro álbum da banda Grateful Dead (que até hoje é o seu rótulo), em 1965, com um sorriso desafiador e de deboche, comum às caveiras. Pronto, foi encontrado o melhor símbolo para o rock. Representando o exagero, o negativo, o perigo e a rebeldia, se encaixando perfeitamente com o inconformismo expresso na música.

Antes a caveira sobreposta a dois ossos era estampada em materiais nocivos ou venenosos. Era símbolo de força e coragem quando os vikings e os lombardos serviam o crânio dos inimigos mortos em combate para se vangloriar. A Jolly Roger (bandeira) dos Piratas Caribenhos mostrava o perigo real e mortífero da tripulação. Mas o significado mais bacana que quase ninguém percebe é que o crânio que vemos na caveira, é parte do esqueleto humano, representando àquilo que é imperceptível aos nossos olhos, a alma.

E daí vem grande parte da ideologia do rock: a possibilidade de mudança, de virar tudo pelo avesso e criar uma nova ordem mundial diferente da vivida na atualidade. Além do sarcasmo no sorriso constante da imagem, da simbologia do perigo e da rebeldia, há a manifestação de contracultura.

Agora fica mais explicado porque temos verdadeira paixão por esse aglomerado de ossos, não? E o legal é que a ideia se espalhou tanto que encontramos no mercado caveiras de todos os estilos para todos os gostos.

Carlos Tufvesson

Apesar de nunca ter sido tão dificil chegar no Pier Mauá, – Engarrafamento kilométrico, o taxi que eu tava bateu, bati com a testa no vidro, entrei de baixo de chuva e só depois  percebi que a minha testa estava sangrando (mas tudo bem, foi só um cortezinho que agora me rende uma bela dor de cabeça) – Amei o convite da C&A para assistir a um dos desfiles mais badalados do Fashion Rio. O estilista queridinho das cariocas, Carlos Tufvesson, chegou nesa temporada com uma coleção geométria, assimétrica e sensual em composições de tricot, malha, jérsey e seda. Trouxe para a passarela uma mulher que pode ser sexy além do vestido preto, ousando nas cores fortes e nas formas do seu corpo. Para isso pouquíssimo pano foi usado na passarela, os vestidos apareceram tão curtos que as modelos precisavam puxar para evitar que mostrassem alguma coisa a mais (afinal, calcinha não fazia parte da coleção).

As primeiras peças chegaram em tons de laranja e azul. Uma mistura de cores para se anotar para a próxima estação.

Seguidos pelo branco em diferentes texturas e cortes, o que rendeu uma atenção maior as sandálias e aos acessórios confirmando o perfil “mulher-heroína-musa” – Como disse Marina Franco, Stylist da marca.

E como se já não fose o suficiente, as modelos começaram a aprensentar os vestidos de malha de aço em ouro e prata, com uma modelagem mais confortável sem deixar de ser sexy.

E foi ao som de Call-me que a gente entendeu o drama da maquiagem e do cabelo. Com influência do rock, Rogério Santana e a equipe Hit Make Up, trabalharam em cabelos secos e bagunçados e uma maquiagem bem pesada.

Ouve aqui a música pra você entender o que eu estou falando:
[soundcloud width=”100%” height=”81″ params=”show_comments=true&auto_play=false&color=ff7700″ url=”http://soundcloud.com/rebobine/blondie-call-me”]Blondie – Call Me by rebobine

E agora as peças que encerraram o desfile:

Preciso dizer que foram as minhas favoritas e que eu amei a mistura dos brilhos e o contraste com a sandália branca?? <3

E vocês? que peça mais gostaram?

Obrigada C&A, amei o convite.

Imagens: FFW

Beijos,
Lílian