Tudo sobre a marca, nada sobre você

Glenda Bailey, editora chefe da Happer’s Bazzar, disse: “Usar o mesmo designer, da cabeça aos pés, diz tudo sobre o designer e nada sobre você”.

Está aí um dos motivos dos conjuntinhos (ô nomezinho feio) terem saido de moda. Chegou um momento em que as mulheres não queriam apenas usar uma roupa bonita e um designer renomado, queriam mostrar personalidade e individualidade com aquilo que vestiam.

As roupas são a melhor forma de expressar a sua personalidade, sim. A possibilidade de escolher todas e quantas marcas diferentes quiser, demonstra as suas preferências, de maneira única e efetiva. Mas, atualmente, atitude é muito mais do que a roupa que você veste. Tem muito mais a ver com o jeito que sorri e o tom com que dá bom dia. Nada te impede de amar um conjunto Louis Vuitton e se identificar com toda a composição e querer transcreve-la diretamente no seu corpo. Da mesma forma que desejamos looks completos da passarela, porque eles nos descrevem e se encaixam à nossa personalidade.

O problema está quando certas pessoas se forçam a usar um designer dos pés a cabeça, apenas pelo nome e pelo status da marca. Quando aquilo não se encaixa com seu groove, é aí que a sua composição “diz tudo sobre o designer e nada sobre você.”

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